Mensagem aos Asertianos

Mensagem aos Asertianos

Solange Franco Monteiro

Olá, amigos queridos de uma jornada maravilhosa, longa e intensa! Longa, pois 35 anos não passam num piscar de olhos (apesar de hoje a gente achar que passou) e intensa porque nunca conseguimos matar a sede e a fome de gerar valor em conjunto. Estamos sempre com a boca e com os braços abertos para seguir em frente, quem sabe mais uns 35 anos…

Nós sempre fomos muito intensos na alegria, nos espumantes, na cantoria, nos passos de dança, nos brindes, nas comemorações, nos abraços, nas conversas paralelas, nos julgamentos, na gratidão, no afeto e na amizade. E nunca deixamos de acreditar, intensamente, que o ASERT pode brilhar cada vez mais.

Cada um, com sua luz própria, veio, nestes 35 anos, iluminando um amontoando de dúvidas e questionamentos, inúmeras ideias e sonhos gerados na individualidade, mas querendo ser compartilhados com quem se nega a parar de crescer, de buscar aquilo que mais faz sentido no coração de cada Asertiano.

E assim vamos… caminhando, escolhendo, aprendendo, buscando, dando um tempo, insistindo, mas nunca desistindo.

Asertiano que é asertiano é ousado, é corajoso e tem atitude, mas é humilde na compreensão do ritmo, do tempo, do objetivo e da personalidade de cada um que faz o ASERT ser o que é.

Alguns com mais tempo no ASERT, outros com menos, mas todos com a mesma importância, pois ninguém passa em vão em nossa história. Cada um trouxe e continua trazendo o que tem de melhor.

E, falando em ousadia, coragem e atitude, vale lembrar que não desenvolvemos a coragem sendo felizes todos os dias. Nós a desenvolvemos sobrevivendo a tempos difíceis e adversidades desafiadoras.

E agora, mais do que nunca, o ASERT usa as suas principais virtudes, o afeto e o acolhimento, como um bálsamo para as nossas incertezas, as nossas dúvidas, os nossos receios, as nossas inseguranças.

E juntos, vamos usar a nossa imaginação, nos permitir enxergar novos pontos de vista, deixar de repetir o que já sabemos que não dá certo, entender a mudança como uma demonstração de amor à vida, estimular a nossa capacidade de despertar no outro a plenitude da vida, ou seja, viver plenamente e não morrer lentamente. Vamos precisar compreender que agora e após esta pandemia, o que mais vai valer a pena é o “ser” e não o “estar”. Não sabemos como e onde vamos “estar” (isso ainda é uma incógnita) mas já sabemos que precisamos “ser” mais.

Precisamos ser pessoas que equilibram mente e coração. Precisamos ser simples, pois a nossa reputação se constrói no dia a dia, com coisas simples. Precisamos ser a nossa melhor versão e é na crise que ela se aflora.

Parabéns, ASERT, pela ousadia de um dia ter tido a coragem de surgir! Que as nossas atitudes possam sempre oferecer o nosso melhor presente: uma existência rica em diferenças, mas marcada pelo amor!

Um beijo das “Jurássicas” no coração de cada um de vocês


Comunicação Asert

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